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| Cadastrador por () em 11/01/2008 as 22:40:37 |
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A Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese) acaba de rever a projeção de crescimento no setor para este ano de 12% para 17%, graças à desvalorização do dólar frente ao real, o que barateia a importação de componentes eletrônicos. E ainda há lugar para novas expansões, pois segundo a associação 420 mil residências no país são munidas com sistemas de segurança, contra 25 milhões nos Estados Unidos. Câmeras IP reduzem custos de projetos de segurança em 30% - Apesar de serem mais caras unitariamente em relação aos similares analógicos, as câmeras de vigilância baseadas em IP, sigla para a expressão inglesa “Internet Protocol” (ou Protocolo de Internet), que é um protocolo usado entre duas máquinas em rede para encaminhamento dos dados, podem reduzir os custos de um projeto de segurança em cerca de 30%. As câmeras IP são simples e fácil de capturar e disponibilizar imagens ao vivo pela Internet ou para sistemas de segurança. O equipamento funciona com uma câmera e computador integrados em uma única unidade que captura e transmite imagens ao vivo através de uma rede, permitindo ao usuário ver remotamente ou gerenciar a câmera e imagens através de um navegador Internet, computador, de qualquer lugar e em qualquer momento. Queda do dólar tornam equipamentos de prevenção e monitoramento mais baratos - A desvalorização do dólar frente ao real, aliada a um crescente processo de popularização dos preços dos equipamentos eletrônicos de prevenção e monitoramento de imóveis e os baixos investimentos do Estado em políticas de segurança pública estão alavancando as vendas de sistemas eletrônicos de segurança no país. Por conta dessa composição de fatores, a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), entidade que reúne mais de 350 empresas do setor no Brasil, já reviu suas previsões de crescimento de 12% para 15% em 2007. No ano passado, o setor movimentou pouco mais de US$ 1 bilhão, 14% mais que em 2005. Para Oswaldo Oggiam, diretor de comunicação da ABESE, a desvalorização do dólar tem motivado fabricantes de equipamentos de segurança, como alarmes, sensores de detecção de presença, câmeras de monitoramento, produtos para controle de acesso e outros itens, a realizar investimentos no Brasil. “O dólar barato favorece as importações de materiais e componentes eletrônicos, os principais insumos da indústria de sistemas de segurança. Muitas empresas estão preferindo fabricar ou montar estes equipamentos no Brasil, ao invés de importá-los prontos, por conta do custo menor”, explica Oggiam. O dirigente lembra que nos últimos oito anos os preços dos equipamentos de segurança eletrônica recuaram, em média, 70%. De acordo com Oggiam, o crescimento da demanda por esses produtos e a estabilidade da moeda norte-americana viabilizam a produção em larga escala no Brasil e sustentam o crescimento do setor. Como conseqüência, equipamentos, como alarmes, câmeras de vigilância, cercas elétricas e até produtos mais sofisticados. Além da venda de equipamentos, outra atividade importante para o setor é a prestação de serviços, como o monitoramento de alarmes ou câmeras de vigilância, que incluem o acionamento de órgãos públicos em casos de atividade criminosa ou outro tipo de emergência. A associação estima que 30% das cerca de 8 mil empresas que atuam no setor dedicam-se ao monitoramento de sinais de alarme ou imagens. Assim como os equipamentos, os serviços estão cada vez mais baratos. O monitoramento de alarmes 24 horas, por exemplo, tem custo médio mensal a partir de R$ 100,00, podendo chegar a R$ 1.000,00. “Dessa forma, muitas famílias tiveram acesso a sistemas preventivos de segurança. E esta clientela é fiel”, afirma Oggiam, acrescentando que, cerca de 420 mil imóveis no Brasil são monitorados por sistemas de detecção, registro e intervenção de atividades criminosas. Nos Estados Unidos, este número chega a 25 milhões de imóveis.
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